Berlim

Post de 05.12.11 

No dia 01 de novembro chegamos ao nosso destino final. Berlim é uma cidade organizada, carregada de história e mistura o antigo e moderno de forma muito naturalO clima de lá é muito tranquilo, gostoso, daqueles que você esquece por alguns segundos que é turista. Foi inevitável: eu me apaixonei.

Por lá (em Amsterdam também, pelo menos nos trams) não há catracas nos transportes públicos, é só comprar os bilhetes e validar – embarcar sem pagar pode render 40 euros de multa. Falando em transporte público, o de lá é completíssimo e integrado: ônibus, trem, metrô e bonde.

Uma alternativa para turistar e gastar pouco é pegar os ônibus das linhas 100 ou 200. Eles tem dois andares e cortam a cidade parando em diversas atrações turísticas – a linha 100 começa na Alexanderplatz e termina no zoológico.

Um dos museus que fomos e que vale cada euro é o DDR. O museu é super legal, completamente interativo e dá para aprender bastante sobre a vida na Alemanha comunista, quando o muro dividia a cidade. Outra aula de história é a Topografia do Terror. Lá, por meio de diversos painéis com textos e fotos, dá para aprender sobre a história do nazismo e suas consequências não só na Alemanha, mas no mundo. A exposição está situada no terreno que funcionou como sede da Gestapo e da SS e logo ao lado há um pedaço do muro preservado.

Ao sairmos da Topografia do Terror descobrimos a BOB, Box Off Berlin. Achei Berlim um lugar meio complicado de comprar souvenir, nada muito interessante. A BOB resolve esse problema com bolsas, postais, camisetas e até um guia impresso, tudo de muito bom gosto e feito por designers locais.

Na nossa última noite na cidade fomos ao show do The Kooks, que foi incrível. O setlist foi ótimo, misturando as músicas novas com as velhas e fecharam o show com Naive. Achei os berlinenses bem animados, mas não eram muito de cantar junto – coisa que senti nos shows em Londres também.

Na hora do embarque de volta paro o Rio tivemos que fazer controle de passaporte e não é que o moço falou meu nome direitinho? Tássia, de primeira e sem titubear. Como não amar Berlim?

Senta que lá vem foto:

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BOB – Zimmerstrasse, 11
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