Atendimento bom? Eu gosto!

São incontáveis as vezes em que entro em uma loja na qual não faço o perfil das consumidoras habituais e sou ignorada ou tratada com um certo quê de antipatia. O “meu nome é fulana, pode ficar à vontade” custa sair.

Ok, como estudante de marketing eu concordo que o atendimento deve possuir algum diferencial para clientes fiéis e aquelas de pequeno valor (ou de nenhum), mas a qualidade desse atendimento deve ser a mesma! Não entendo como essa questão seja tratada com tanto descaso em algumas empresas, afinal, um cliente satisfeito conta para algumas pessoas a sua experiência e um insatisfeito conta para várias. Por que então correr esse risco?

No sábado eu tive 2 experiências de compra: uma horrível e outra maravilhosa. A  experiência horrível já tem costume de ser ruim. A loja em questão parece não investir em um bom treinamento para as suas vendedoras, já que não sou só que reclamo dessa constante situação. A outra experiência foi na Oh Boy, onde eu entrei para comprar um cordão e saí de lá com 2 cintos, 2 colares e um vestido. A vendedora foi super atenciosa e soube vender sem ser incoveniente (aquele lance de vendedora mala que tenta te empurrar qualquer coisa).

Um bom atendimento faz com que você nem sinta a dor pelo rombo no seu cartão de crédito.

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