Where the wild things are

Verdade seja dita: só fui saber do que se tratava “Where the wild things are” depois que o namorado me mostrou o trailer do filme. O livro é uma adaptação do livro de Maurice Sendak.  Aqui tem um bom resumo do livro, só que está em inglês (se joga no google translator).

Dei de cara com o Terrible Yellow Eyes outro dia, enquanto passeava pelo Tumblr. O site é uma homenagem ao livro e possui uma coletânea de ilustrações inspiradas em Where the wild things are, que são enviadas por artistas convidados e também feitos pelo próprio autor do site, Cory Godbey.

É claro que estar por dentro do enredo de Where the wild things are proporciona uma experiência muito mais bacana porque muitos desenhos são inspirados em certos momentos do livro, mas de qualquer forma vale muito à pena visitar o site porque os desenhos são ótimos! Espia só:

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sarah

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Catherine Campbell

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A artista australiana Catherine Campbell é a responsável por essas ilustrações acima, de traços bem delicados.

Ela vende suas obras no Etsy e, em tempos de dólar à 1,80 (ou qualquer coisa perto disso), não custa nada dar uma olhada.

Kokeshi

tradicionaisGosto muito de cultura japonesa e não lembro bem como, mas descobri as Kokeshi e me apaixonei (é, eu me apaixono com facilidade).

Kokeshi são bonecas de madeira originárias do Japão e são basicamente corpo e uma cabeça grandinha, com o corpo decorado pelas mais diversas pinturas.

Diz-se que em meados do período Edo,  elas foram produzidas como forma de souvenir para os visitantes das fontes termais do nordeste do Japão. Os japoneses depois começaram a usar as bonitinhas em cerimônias fúnebres, de forma que crianças de até 12 anos teriam sua alma fixada à boneca para não se sentirem perdidas e sozinhas no pós-morte. Assim, as bonecas carregam consigo o significado de boa sorte.

Há dois formatos de Kokeshi: tradicionais (que seguem certos padrões e são características de uma determinada área do Japão) e criativas (o artista dá a forma, cor e desenho que bem entender).kokeshis

Como encontrar:

Rio de Janeiro:

  • Mundo Verde do Via Parque, mas imagino que tenha em qualquer franquia.
  • Shopping Rio Design Barra em duas lojas diferentes, – ambas no primeiro piso- uma delas eu não lembro o nome, mas a outra é a Santa Cor.

Online:

Brasil: Kokeshi Club, Kokeshi e Tenman-Ya

Lá fora: Kokeshi Shop, Kokeshi Designs

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Eu sou um pouco frustrada por não saber desenhar (qualquer um pode perceber isso pelo header do blog. Hehe). Assim, eu dedico alguns bons minutos vendo sites de artistas, brasileiros ou gringos e fico fascinada. Vou compartilhar alguns então:

Acho que todo mundo conhece o Kurt Halsey. Desenhos fofos e muita exploração do tema relacionamento. Quando eu decidi que queria fazer um gato, procurei nos desenhos dele… Não preciso nem dizer que a tatuagem faz sucesso, né?

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Amy Sol é uma artista coreana que pinta sob a madeira e as cores com tons suaves são magníficas, já que são resultado de misturas de pigmentos. Suas influências são o mangá, folk art, ilustração vintage e design moderno e apesar dessa mistura toda, suas obras têm um aspecto unique, com temas lúdicos e míticos, paisagens exóticas e personagens mais diferentes ainda.

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A Audrey Kawasaki, assim como a Amy Sol, pinta em madeira. Acho que o site da própria define bem a sua arte: “Os temas nas obras de Audrey Kawasaki são contraditórios entre eles mesmos. O trabalho dela é ao mesmo tempo inocente e erótico. Cada assunto é atraente e ainda assim perturbador. Sua técnica é influcenciada, ao mesmo tempo, pelo mangá e Art Nouveau”. O trabalho dela é realmente intrigante e apaixonante. Posso dizer que se eu tivesse que fazer um top 3, Audrey K. estaria nele.

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Por último, há a Kathie Olivas com o Misery Children. Sombrio, intrigante e lindo!

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Dica: Esse site mostra mais alguns ilustradores e artistas.