
Minha mãe estava folheando a Quem hoje de manhã e parou para dizer que tinha achado esse vestido a minha cara. Mas não é que é? Ontem mesmo eu estava fuxicando o site da Q-guai e me apaixonei pelo vestido (achei que fosse saia. oops).
Eu sempre ouvi falar na marca, mas nunca fui em nenhuma loja. Sabe como é, sair do recreio para fazer compras em ipanema é coisa de doido. Outro dia, descobri que a Q-guai é pertinho do meu estágio, mas por enquanto prefiro continuar passando do outro lado da calçada: meu cartão de crédito agradece. Quem sabe em novembro?
Não lembro quando descobri o notebook doodles, só sei que esqueci de guardar o endereço. Cheguei a afanar uma imagem, que enfeita meu celular como descanso de tela, uma menininha de franja e óculos que dizem que se parece comigo.
Hoje, graças ao tumblr (grande tumblr), acabei redescobrindo o blog – e adorei as coisas novas.



animals with casts. como disse o cute overload: o que não mata, só torna mais fofo.



Verdade seja dita: só fui saber do que se tratava “Where the wild things are” depois que o namorado me mostrou o trailer do filme. O livro é uma adaptação do livro de Maurice Sendak. Aqui tem um bom resumo do livro, de em inglês (se joga no google translator).
Dei de cara com o Terrible Yellow Eyes outro dia, enquanto passeava pelo Tumblr. O site é uma homenagem ao livro e possui uma coletânea de ilustrações inspiradas em Where the wild things are, que são enviadas por artistas convidados e também feitos pelo próprio autor do site, Cory Godbey.
É claro que estar por dentro do enredo de Where the wild things are proporciona uma experiência muito mais bacana porque muitos desenhos são inspirados em certos momentos do livro, mas de qualquer forma vale muito à pena visitar o site porque os desenhos são ótimos! Espia só:




Fica a dica: Oi FM, a partir das 20h mais ou menos só toca coisa legal, tipo isso aqui:
Vou pra Buenos Aires com o namorado dia 8 de outubro. Ainda falta, mas já estamos fazendo as listinhas dos lugares pra gastarmos nosso suado dindin (ai, vida de estagiário…).
Uma amiga voltou de lá não faz muito tempo e disse que tem uma loja óteema, a Complot. Ela disse que é uma My Philosophy melhorada e um lugar pra se passar hooras vendo as coisinhas.

Eu estava só esperando a coleção de verão 2010 entrar no ar pra ver o que me aguarda daqui um mês e é muita coisa boa, hein? Fiquei loouca vendo os modelitos do lookbook no site.
Não satisfeita em fazer roupas lindas pra gente grande, a Complot agora está com uma linha infantil: a Mini Complot.

Nem dá vontade de ter uma criança rechonchuda vendo essas fotos. Imagiina…
Ah, que bom que o limite do meu cartão é pequeno…

…. senão eu estaria rolando de dívidas agora.
O dentinho separado dela às vezes me irrita. Anyway, gostei desses trechos da entrevista:
Anna Paquin, on her Nude Scenes:
“I don’t think a naked body is particularly shocking or interesting… It’s not the culture I was raised in. I was not brought up in the United States. I don’t share the [attitude] that you can have graphic violence, but – God forbid – you see someone’s nipples.”
On Going Blonde for Sookie:
“I don’t look like a Barbie doll, and probably never will. People are incredibly literal in how they view you. You have dark hair and pale skin? You must be brooding. The second you dye your hair blonde and get a spray tan, people treat you as if you’re a bit stupider and happier. Suddenly, it’s like you’re hot and sexy.”

A artista australiana Catherine Campbell é a responsável por essas ilustrações acima, de traços bem delicados.
Ela vende suas obras no Etsy e, em tempos de dólar à 1,80 (ou qualquer coisa perto disso), não custa nada dar uma olhada lá.












